OBS #9: Minhas maquiagens favoritas de 2016!

 

2016 foi um ano em que investi mais em produtos de beleza. Passei a acompanhar blogs de beleza e acabei gostando mais de maquiagem. Até aprendi a me maquiar de verdade.

Por isso vou listar quais produtos eu mais usei esse ano. O link de compra está no nome do produto.

 

PRIMER: Istamatte, Quem Disse, Berenice

Para quem tem pele mais oleosa – meu caso – essa é minha dica de ouro. Nunca usei um primer que funcionasse tão bem em minha pele. O primer cumpre o que promete: deixa a pele sequinha, fecha os poros e faz a maquiagem durar muito!

Claro, não deixe de usar produtos específicos para cuidar de sua pele.

 

BASE: Base Matchmaster SPF 15 Foundation, MAC

Esse é o produto mais caro da lista, mas vale a pena! Não me arrependi de um centavo gasto nessa base.

Por ter pele oleosa, sentia muita dificuldade em encontrar uma base que se adeque à minha pele. Achei que essa base funcionou muito bem para mim. A cobertura é média (suficiente para minha pele), matte (eu amo esse efeito) e fica super natural (não craquela nem escorre ao longo do dia).

A minha cor é a 2.0 (sou branca com um tom de fundo rosado), mas sugiro que vá a uma loja da MAC e peça ajuda a uma maquiadora para descobrir seu tom.

 

CORRETIVO: Fit Me, Maybelline

Eu nunca usei corretivo, mas esse ano eu trabalhei como nunca! O stress me presenteou com olheiras e algumas espinhas.

Estava quase comprando um corretivo da MAC quando resolvi arriscar um corretivo baratinho, afinal, minhas olheiras não estão tão graves assim.

A cobertura é impecável e esfuma muito bem! Ninguém percebe que passei corretivo. Minha cor é a “CLARA” (o corretivo só tem três tons).

 

BLUSH | BRONZER | ILUMINADOR: Pó Multiefeito, Quem Disse, Berenice

Além do custo benefício (3 produtos pelo preço de 1), os três produtos  tem uma cobertura belíssima e duradora. Experimente usar o bronzer com um batom nude ou amarronzado e o blush com um batom vermelho!

 

SOBRANCELHAS: Rímel incolor da Dailus

Eu não acho que minhas sobrancelhas precisem de correção, então comprei esse rímel da Dailus só para deixar os fios no lugar – mas só se estiverem rebeldes mesmo.

 

SOMBRA: Paleta Quinteto Lovely Nude, Vult

Nunca fiz questão de investir muito em sombra para os olhos – até porque nem uso tanto. Sempre comprei paletas neutras baratinhas.

Comprei a da Vult sem grandes expectativas e me surpreendi! As sombras são bem pigmentadas e duram o dia inteiro. Você encontra facilmente em farmácias.

 

DELINEADOR: Delineador líquido da Vult

Uso esse delineador desde os 15 anos e sou totalmente fiel a ele. Tem quem prefira o delineador em caneta ou em gel, mas como não tenho dificuldade para desenhar com o produto, fico com a opção mais pigmentada.

Talvez o delineador não seja tão fácil para quem não tem prática, mas eu acho que ele tem o melhor acabamento e dura bastante. Uso toda a semana e ele leva por volta de um ano para acabar.

 

RÍMEL: Super Shock, Avon

Esse é mais um produto que uso há anos e não consigo trocar. Acho ele super confortável para passar e deixa meus cílios com um efeito tão bonito! Posso passar várias camadas do produto e não sinto pesar.

Importante ressaltar: é um rímel de fácil remoção, mas não borra ao longo do dia.

 

BATOM LÍQUIDO: Marronli, Quem Disse, Berenice

Virei fã dos batons líquidos! Tinha medo que não fossem confortáveis de usar, mas não é o caso dos batons líquidos da QDB. Conheci o batom ao ver uma colega de trabalho usando. Parei a menina na hora para perguntar que batom incrível era aquele.

Esse batom é meu favorito da coleção e fica diferente (e lindo) em todo mundo que vi usando! Também recomendo que experimente o Vinheli se for fã de batons vermelhos (como eu sou).

 

BATOM EM BALA: 205 Xeque Matte, Maybelline

É um batom nude maravilhoso para todos os tons de pele. Mesmo sendo matte, achei confortável e fácil de aplicar. Porém, não dura tanto quanto um batom líquido.

 

 

Espero que tenha gostado das minhas dicas e as aproveite! Em breve vou postar quais são meus pincéis favoritos, porque não adianta ter todas essas maquiagens sem ter pincéis adequados, não é mesmo?

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CENA #8: 20 singles de 2016 que mais ouvi

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2016 foi um ano muito bom para a música – para alguma coisa boa esse ano tinha que prestar. Tinha algum tempo que eu não me empolgava tanto com músicas novas, e esse ano me agradou muito.

 

Foi muito difícil selecionar as músicas – meu plano inicial era de apenas 10, imagina!

 

A lista não tem ordem de importância nem cronológica. Eu acho que ela está um tanto eclética, mas em sua grande maioria é pop mesmo – gênero que mais ouço. Para ouvir as músicas e ver seus clipes, basta clicar!

 

1-) Lazarus – David Bowie

Para quem não sabe, David Bowie é meu maior ídolo. Eu sou uma grande admiradora do que ele faz e a morte dele me pegou de surpresa – assim como pegou a todos.

Lazarus foi lançado com eu último disco, um dia antes da morte do cantor. Decidi começar por esse single porque foi a despedida de um grande ícone, e foi deixado de fora de muitas listas.

 

2-) PILLOWTALK – Zayn

Vou confessar aqui que eu até tenho certa inveja de quem teve One Direction na adolescência. Deixe o pedantismo de lado e admita que os meninos são talentosos!

Zayn foi o primeiro a abandonar o barco, o que resultou num CD incrível! E eu fiquei viciada em Pillowtalk, ainda não consegui enjoar. O clipe também é maravilhoso, com participação de Gigi Haddid e uma atmosfera psicodélica.

 

3-) Dangerous Woman – Ariana Grande

Até o lançamento do disco Dangerous Woman eu não gostava tanto do trabalho da Ariana Grande. Eu achava algo comparável à Mariah Carrey – uma puta voz e umas músicas meio bregas, meio chatas (minha opinião).

Aí essa menina que saiu da Nickleodeon me aparece com essa música MARAVILHOSA. O disco, na minha opinião, foi um dos melhores do ano, e tive que me esforçar pra não colocar mais singles dela na lista.

 

4-) Close – Nick Jonas feat. Tove Lo

Eu detestava os Jonas Brothers na adolescência. E de verdade, acho que a banda era péssima. Felizmente, passaram-se os anos e Nick Jonas (e Joe Jonas que, SPOILER ALERT, vai aparecer na lista) ficou muito talentoso.

Essa música é muito viciante – mesmo eu não gostando da Tove Lo.

 

5-) Cake By The Ocean – DNCE

A primeira vez que ouvi essa música foi na escola que trabalho. Perguntei de quem era e não imaginava que a banda era de um antigo membro da Jonas Brothers.

Foi uma surpresa positiva!

 

6-) Send My Love (To Your New Lover) – Adele

Declaração polêmica: não sou fã da Adele. Ela canta muito bem, ela é talentosa… Mas não dá pra mim!

Eu não consigo ser fã dela por ficar muito deprimida ouvindo as músicas dela. Acho que é tristeza em excesso.

Eis que Send My Love, mesmo não sendo tão alegre, virou um dos meus vícios e catava quando estava alegre.

 

7-) Work – Rihanna feat. Drake

A Rihanna é uma das cantoras que mais gosto, então esperei o disco ANTI ansiosíssima! Felizmente, foi um dos melhores discos que ouvi no ano.

Eu queria colocar Consideration na lista, mas Work era a música que me alegrava de verdade – e cá entre nós, esse ano precisávamos nos alegrar o tempo todo, porque não foi fácil.

 

😎 Cheap Thrills – SIA

Eu acho que essa foi uma das músicas que mais ficava cantando. Sou apaixonada por tudo que a Sia faz, e toda vez que ela lança algo fico super empolgada!

Acho válido mencionar The Greatest também, que tem um vídeo super forte e – até onde sei – é uma homenagem às vítimas do atentado da boate gay em Orlando.

 

9-) Formation – Beyoncé

ESSA MULHER É FLAWLESS. Desculpem a empolgação, mas a cada vez que a Beyoncé lança algo é só pra confirmar que, quando já não tem o que melhorar, ela faz o impossível e se supera!

O disco Lemonade foi uma dádiva. O que eu mais amei de fato foi Formation, que foi uma resposta ao racismo nos EUA. E achei importante ela bater de frente com os conservadores, principalmente em uma época em que a intolerância cresce cada vez mais.

Eu queria DEMAIS colocar Sorry e Hold Up na lista, mas não pude.

 

10-) Miracle Aligner – The Last Shadow Puppets

Essa banda é uma das minhas favoritas, mas nunca pensei que eles passariam de um álbum (The Age Of The Understatement, 2008). Esse ano descobri que eles lançaram mais um álbum e estão melhores do que nunca!

Alex Turner (de mais uma das minhas bandas favoritas, Arctic Monkeys) e Miles Kane (The Rascals) lançaram alguns clipes que parecem parte de um filme italiano. Mesmo eu não sendo fã de cinema italiano (desculpa, gente), estou apaixonada por todos os clipes.

Porém, tive que escolher só um, e Miracle Aligner me pegou pela coreografia que eles fazem. Assista.

 

11-) That’s My Girl – Fifth Harmony

Esse ano eu aprendi a gostar de Fifth Harmony. Na hora de escolher o single da lista, fiquei em dúvida entre essa e All In My Head (Flex). Acabei escolhendo essa porque mexeu com empoderamento feminino, aí meu coração não resistiu.

 

12-) Perfect Illusion – Lady Gaga

Ela nunca ia ficar de fora dessa lista. Eu fiquei na dúvida entre essa, ‘Till It Happens To You e Million Reasons.

Perfect Illusion marcou uma noiva fase de Lady Gaga. Muita gente torceu o nariz, mas acho que faz parte do artista mudar de estilo – David Bowie fazia isso, Madonna fazia isso, The Beatles fizeram isso!

Levou um tempo pra eu me apaixonar pela música, mas agora se toca eu já começo a ficar dançante.

 

13-) I’m Still Breathing – Green Day

Eu não sei se Green Day vai fazer com que eu me sinta como eu senti ao ouvir o disco American Idiot pela primeira vez. Eu adoraria sentir isso, mas eu era praticamente criança e punk rock me impressionava fácil.

Porém, eu sentia falta de conhecer uma música nova deles que me fizesse cantar e sentir alguma emoção.

Bom, essa música conseguiu. Lembrei por que gostava tanto dessa banda.

 

14-) Third Eye – Florence And The Machine

Esse ano Florence finalmente lançou o clipe que finalizava The Odissey. Na minha opinião é a melhor música do disco e eu amava ouvir no ônibus a caminho da faculdade ou do trabalho.

 

15-) Don’t Threaten Me With A Good Time – Panic! At The Disco

Cartas na mesa: eu tive uma fase emo. E eu não consegui superar meu amor por PATD, acompanho o trabalho da banda até hoje.

Além da música ser muito boa – como todas as músicas deles – eu me diverti demais com o clipe.

 

16-) Starboy – The Weeknd feat. Daft Punk

Gosto muito de The Weeknd e de Daft Punk. Eles se juntaram e o vício foi (quase) tão grave quanto o da vez que o Daft Punk gravou com o Julian Casablancas.

 

17-) Sleep On The Floor – The Lumineers

Pra mim The Lumineers é uma das melhores bandas para se ouvir em casalzinho.

Eu fiquei apaixonada pelo clipe dessa música – que faz parte da história de mais dois clipes lançados esse ano, Angela e Cleopatra.

 

18-) This Is What You Came For – Calvin Harris feat. Rihanna

Ignorando toda a polêmica com Taylor Swift, vamos falar sobre como essa música é maravilhosa e quase impossível de ficar sem cantar ou dançar.

Na minha opinião essa foi a música do ano – não a melhor, mas a que vai me lembrar de 2016.

 

19-) We Don’t Talk Anymore – Charlie Puth feat. Selena Gomez

Não sou fã da Selena Gomez e nunca ouvi falar do Charlie Puth, então nem tinha parado para ouvir a música.

Até que uma amiga veio me mostrar e não consigo parar de escutar; mas preciso confessar que se assisto ao clipe fico deprimida.

 

20-) Closer – The Chainsmokers feat. Halsey

Eu não gosto de The Chainsmokers, mas sou apaixonada pela Halsey. Fiquei surpreendida e me apaixonei pela música.

Com certeza é o que mais tenho ouvido nesse fim de ano, então por isso deixei por último.

 

SURPRESA! O POST NÃO ACABOU E VOU FALAR DO MEU LANÇAMENTO FAVORITO DE 2016!

 

Threat Of Joy – The Strokes

The Strokes é uma das minhas bandas favoritas, tanto que vou ao show deles
ano que vem. Esse ano eles lançaram o EP Future, Present, Past e eu surtei!

O melhor de tudo foi a música Threat Of Joy, que ganhou um clipe sensacional. O clipe se passa na gravação de um clipe e existe todo um suspense em tordo de algumas filmagens da banda.

Envolvendo uma espiã, dançarinas e porcos, o clipe é todo feito em uma atmosfera de filmes dos anos 60. Vale a pena!

 

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OBS #8: 2016 – O ano em que não fui a nenhum show!

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Ei, conheça meu novo blog de historinhas, tá bom? https://garranchinhos.wordpress.com/

 

Desde 2010 (ano em que vi Green Day e Paul McCartney) eu nunca fiquei um ano inteiro sem ir a um show. Tiveram anos em que só fui a shows pequenos (obrigada, SESC), claro.

 

Quando meus pais ainda pagavam shows para mim, eu precisava escolher muito bem a qual show eu iria. Primeiro porque era caro e não era eu quem estava trabalhando para pagar aquilo! Segundo: alguém precisaria me levar, e vocês imaginam como é São Paulo num dia de show grande…

 

Pois bem, precisei tomar escolhas – e uma dessas escolhas fez com que escolhesse Paul McCartney no lugar de Amy Winehouse, pois eu temia que ele morresse primeiro (eu o vi novamente em 2014 e Amy, minha cantora favorita, morreu no dia que completei 17 anos). Deu para ver Ringo Starr, Roger Waters e Bob Dylan, ainda bem!

 

Eu jurava que quando eu tivesse meu salário iria aos grandes shows de artistas que gosto. Eis que trabalho desde 2014 e o único grande show que fui foi o de Paul McCartney – porque é meu beatle favorito, não dá!

 

Eu acabei de perceber que esse ano não fui a nenhum show! Nem mesmo shows pequenos, nem mesmo shows gratuitos. Porém, a maior mancada que dei esse ano foi COM CERTEZA não ter ido ao Lollapalooza. Marina & The Diamonds (a.k.a. uma das minhas quatro cantoras favoritas) foi, e no mesmo dia uma das minhas bandas favoritas (TAME IMPALA!!!!!!!) também tocou. Acabei vendo os shows pela TV, chorando muito.

 

Florence and The Machine também foi sofrível de perder, mas nem se compara…

 

E devo mencionar que a Marina fez um show solo e mesmo assim perdi. Sim, arrependimento pode matar aos poucos.

 

Por isso umas das minhas resoluções para 2017 é ir a mais shows. Já garanti meu ingresso do Lolla para ver uma das minhas bandas favoritas (The Strokes). Eu cogito ver o Elton John (com o James Taylor, meu Deus!) em abril e fazer a loucura de ir até o Rock In Rio ver a Lady Gaga (uma das minhas quatro cantoras favoritas).

CENA #7: 5 livros juvenis (SOBRE MENINAS) para ler nas férias!

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Vamos aproveitar as férias para colocar a leitura em dia? As férias são um ótimo momento para ler (e ver Netflix, né, mores). Tem aquele dia que você está sossegada em casa, sem o que fazer. E também tem aquelas sortudas que vão passar horas dentro de um carro, de um ônibus ou de um avião porque estão em condição de viajar. Você pode usar esse tempo todo para (já sei, Netflix) ler um livro.

“Ah, mas eu não sou mais adolescente”; sim, eu tive o cuidado de separar livros que vão agradar jovens adultas também!

 

1-) Por Isso A Gente Acabou, Daniel Handler

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Já ouviu falar de Desventuras Em Série? Lemony Snicket é o pseudônimo que Handler usou para escrever a série dos três órfãos. Agora, em uma história bem menos trágica – e bem menos nonsense –, Handler conta sobre Min, uma adolescente aspirante a cineasta que acabou de romper seu namoro com Ed, jogador de basquete em sua escola.

O livro é uma carta dedicada ao ex, explicando os vários motivos para que o relacionamento dos dois não tenha dado certo.

Eu recomendo o livro principalmente às mais jovens, para que vejam que um término de relacionamento não é o fim do mundo e, meus amores, a vida segue.

 

2-) Mosquitolândia, David Arnold

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Mim, de apenas 16 anos, decide viajar escondido do pai e da madrasta para encontrar sua mãe doente e “desaparecida” há meses.

Como já é de se esperar, muita coisa dá errado na viagem de Mim. Ao mesmo tempo, ela conhece pessoas marcantes, que a fazem amadurecer ao longo da história.

Recomendo este livro a quem está com a imaginação fértil e quer um livro cheio de reviravoltas.

 

3-) Eleanor & Park, Rainbow Rowell

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Esse é meu favorito (e o mais sensível) da lista! Eleanor é uma menina tímida que acabou de mudar de cidade. Mal chegou na escola nova e sofre bullying por seu peso, por suas roupas extravagantes e seu cabelo ruivo e volumoso. Park é “o garoto oriental da escola”, introspectivo e sempre lendo suas graphic novels do Alan Moore.

Aos poucos, os dois se aproximam. O romance é marcado por impossibilidades, principalmente por parte de Eleanor, que vem de um ambiente familiar conturbado pelo padrasto alcoólatra e violento.

Recomendo este livro a todos. Rainbow Rowell tem uma maneira sensível de conversar com o público sobre sentimentos e inseguranças. Então prepare os lencinhos e para pegar todas as referências de The Beatles e de The Smiths!

 

4-) Bonjour, Tristesse, Françoise Sargan

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Este livro é para aquelas que querem praticar o francês (ou o inglês), já que não temos uma tradução em português.

A história não é tão forte, e por muitas vezes senti raiva da protagonista, Cécile. Porém, devemos levar em conta que a autora tinha apenas 18 anos – e é admirável que uma mulher tão jovem tenha feito tanto sucesso assim que publicou o livro (1954).

Cécile, de 17 anos, está de férias na Riviera Francesa com o pai e Elsa, sua madrasta jovem e fútil com quem se dá muito bem. Porém, depois de alguns dias Anne chega à casa de veraneio. Anne, que era amiga da falecida mãe de Cécile, acaba dormindo com o pai. A partir daí os dois iniciam um romance e Elsa sai de suas vidas.

Cécile planeja para que seu pai volte com Elsa, mas tudo acaba muito mal.

Recomendo o livro àquelas que estão procurando algo bem “novela mexicana”.

Curiosidade: foi feita uma adaptação ao cinema, com Jean Seberg, musa de Godard em O Acossado.

 

5-) The Girls, Emma Cline

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Esse livro é para a leitora que já está com o inglês mais avançado – novamente, ainda não tem tradução. Este livro é bem recente (14.06.2016), é o primeiro da autora Emma Cline. Tem chamado bastante atenção de críticos norte-americanos e ganhou o Goodreads Choice Awards.

A história é contada do ponto de vista de Evie, uma mulher de meia idade que se lembra dos seus 14 anos, quando fez parte de uma seita que cometeu um massacre – mais ou menos como o caso de Charles Manson.

O livro é muito interessante. Apesar de ser o primeiro livro da autora, ela consegue construir uma atmosfera tensa e um suspense. Porém, não recomendo o livro às leitoras menores de 16 anos, pelo sexo, pelas drogas e principalmente pela violência.

Recomendo o livro àquelas que têm interesse nas décadas de 60 e 70 e também querem ler um thriller nas férias.

 

E aí? Gostaram das minhas sugestões? Deixem algumas para mim também! Até o próximo post!