Você precisa a provar estas geléias!

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Vamos combinar: acordar cedo neste frio não tem sido fácil. Parece que nada está muito motivador para nos fazer sair da cama, afinal, o que parece melhor que estar debaixo das cobertas e dormindo?

Mas sabe o que é melhor do que dormir no frio? Comer!

Claro que precisa ser algo muito gostoso. Seu café da manhã costuma ser sem graça? Bom, vou lhe dar um ótimo motivo para sair cedinho da cama!

Estas geléias caseiras:

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E se você pensa que elas são só mais bonitinhas que as do mercado, é aí que você se engana. Além de ter vários sabores exóticos disponíveis, elas são bastante saborosas.

Outro ponto positivo: as geléias são naturais e têm pedaços de fruta. São uma delícia!

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Essas geléias são feitas por minha amiga Ananda e seu namorado. Os dois estão juntando dinheiro. Vamos ajudar?

O preço é justo e cada centavo vale a pena. E sabe quando dizem que algo é feito com amor? Pois é, sinta-se abraçada!

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Levante da cama agora é faça seu pedido para a Ananda!

Email: yumifk@yahoo.com.br

CENA #5: Os visual albuns que você precisa conhecer!

Visual album é o nome dado a trabalho de músicos que, em vez de lançar clipes apenas de seus singles, lançam o disco inteiro em formato de filme. Recentemente, tivemos o Purpose, de Justin Bieber, por exemplo.

Talvez essa seja uma nova tendência na música pop. Nos últimos cinco anos isso tem sido até comum. Aqui no Brasil temos o exemplo do cantor Thiago Pethit, que lançou um clipe para cada faixa do seu último disco, o Rock ‘n’ Roll Sugar Darling.

Esta lista não irá detalhar o trabalho dos dois artistas, e sim o trabalho de três mulheres, mas fica a dica para quem quiser conhecer – eu recomendo.

 

1-) Lemonade – Beyoncé

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O mais recente álbum de Beyoncé. Provavelmente você ouviu falar dele nas últimas semanas.

Divulgado pela HBO, o álbum é formado por doze clipes. Bey sempre chama atenção para seu trabalho, por ser extremamente talentosa. Porém, o que mais chamou a atenção da mídia foi um dos temas mais recorrentes nas músicas: a infidelidade masculina. Acredita-se que as músicas falam de uma suposta traição de seu marido, Jay Z. Muitos nomes já apareceram para a suposta amante, mas nada é confirmado.

O álbum conta com a participação de Jack White, Kendrick Lamar, James Blake e The Weekend.

Acho válido tratar a infidelidade da forma que a cantora fez. Há estágios como a negação, a melancolia, a volta por cima e até mesmo o perdão. Infelizmente, senti que temas como o empoderamento dos negros e das mulheres foi um pouco ofuscado.

No início do ano, a última faixa do álbum, Formation, já havia sido lançada, e gerou grande polêmica por fazer denúncia ao racismo nos Estados Unidos – principalmente por parte de policiais.

Lemonade com certeza é um dos álbuns mais relevantes dos últimos anos. Espero que ele seja valorizado como merece ser.

 

2-) Beyoncé – Beyoncé

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O álbum de 2014 da Beyoncé foi lançado de surpresa no YouTube. O álbum discute bastante o feminismo – e lembro de ver isso gerar uma discussão bem forte na época.

Parte do público, como eu, acho ótimo ter uma cantora tão evidente na mídia defendendo os direitos da mulher. Infelizmente, sabemos que não é lucrativo nos defender em um mundo comandado por homens brancos. Outra parte a criticou, por não a considerar “feminista de verdade” por ser uma mulher sensual. É triste saber que tanta gente ainda cai da armadilha do slut shaming. Uma mulher deveria ser livre para se vestir e se comportar como ela se sente confortável, sem se preocupar com outras pessoas a acusando de querer agradar homens.

Não acho que o feminismo seria uma jogada de marketing, como muita gente acusou. Como já disse, o feminismo não é lucrativo: na verdade, a palavra ainda assusta muita gente. A música ***Flawless não foi um sucesso comercial como Crazy In Love foi, por exemplo.

Além disso, muitas músicas da Beyoncé criticavam a posição em que a mulher é colocada. Por exemplo, If I Were A Boy mostra como, na maioria das vezes, a mulher não é valorizada em relacionamentos heterossexuais. Em Survivor, quando ainda integrava a Destiny’s Child, a canção mostra como não precisamos de um homem para sermos completas.

O álbum Beyoncé é melhor que o Lemonade, na minha opinião. Porém, os clipes de Lemonade têm muito mais conexão entre eles, o que considero mais coerente em um visual album.

 

3-) Electra Heart – Marina and The Diamonds

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Marina Diamandis é minha cantora favorita nessa lista – mesmo sabendo que é a Beyoncé quem tem a melhor voz. Portanto, o álbum é meu favorito da lista.

O álbum foi lançado em 2012 e, diferente dos álbuns da Beyoncé, nem todas as faixas se tornaram clipes. Porém, há uma sequência de 11 vídeos sobre a alter ego de Marina, a Electra Heart.

Electra Heart é uma menina jovem que tem medo de se apaixonar. A maioria das músicas falam sobre sexo, e fazem uma crítica ao padrão “bela, recatada e do lar” tão cobrado pela sociedade. No vídeo Su-Barbie-A, por exemplo, Marina aparece vestida com roupas da década de 50, em frente a uma casinha branca, remetendo à “esposinha ideal”. Porém, o vídeo é bem macabro, representando provavelmente o quão perigosa essa cobrança é para as mulheres.

O álbum fala principalmente sobre o feminismo e a liberdade sexual da mulher. Marina não tem medo de parecer promíscua e fala tranquilamente sobre ter relações sexuais com vários rapazes. O medo de se apaixonar e não ser correspondida existe, porém, ela nunca idealiza a figura masculina – ela fala sobre a dor de maneira sóbria, reconhecendo que o melhor seria “esquecer” essa pessoa.

 

4-) How Big, How Blue, How Beautiful – Florence And The Machine

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Na minha opinião, esse é o disco mais viciante da lista. Lançado no último ano, o álbum tem uma sonoridade bem diferente dos dois discos anteriores de Florece Welch.

Sob a atmosfera mística que sempre marcou seu trabalho, as canções falam sobre a dor, o arrependimento, a esperança e a desilusão.

Os clipes começaram a ser divulgados no início de 2015. O décimo e último, Third Eye, foi lançado apenas há duas semanas atrás. Todos os clipes estão explicitamente ligados. A sequência é clara, porém, não necessariamente cronológica. Existem muitos elementos que se repetem, dando a impressão de flashbacks – ou seriam fowardbacks? Os vídeos também parecem um tanto oníricos.

Os clipes, segundo a minha interpretação, também parecem retratar a loucura. Também sinto que em diversos momentos tentam reduzir a força de Florence durante os clipes. Ela parece em uma constante luta consigo mesma e com o mundo exterior.

Uma curiosidade: o coreógrafo do visual album é o mesmo responsável pelas representações da bailarina Maddie Ziegler em diversos clipes da cantora Sia.

OBS#5: Respostas que eu devia dar aos desaforos.

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Cena do filme Ghost World, de Terry Zwigoff

No último post da coluna OBS eu já havia dito sobre a dificuldade que é manter amizade com amigos da época da escola. Coincidentemente, recebi um convite no fim de semana para ir ao aniversário de uma antiga amiga. De início hesitei, pois não tenho mais contato com algumas conhecidas que iriam. Na verdade, nem tenho contato com a aniversariante. Só tenho contato com uma das amigas que iria.

Vamos dar nome fictícios aos bois?

Andréia é a aniversariante.

Juliana e Paula são duas garotas com quem não tenho mais contato, mas éramos muito amigas na época de escola.

Eduarda é minha amiga desde a infância e ficou de dar carona ao grupo.

Eduarda, por não me ver há algum tempo, insistiu que eu fosse. Aceitei por sentir falta dela e de Andréia, mas já sentia que poderia ser terrível um encontro com Juliana e Paula (pelos mesmos motivos que cito no OBS #4).

Sou uma pessoa extremamente pessimista, e nem sempre minhas previsões se concretizam. Ás vezes, tudo consegue ser muito pior do que imaginei. Foi o caso da noite de ontem. A noite foi ruim desde a carona: tive que responder muitas, MUITAS, perguntas pessoais. Não importa se já tivemos intimidade um dia, se perdemos o contato, já não existe tanta liberdade quanto antigamente.

Chegando no “barzinho tranquilo” da festa de Andréia, encontramos uma casinha lotada, com música alta demais e, a cereja do bolo, baratas circulavam à vontade entre os frequentadores. A aniversariante passou menos de um minuto conosco durante todo o tempo que estivemos lá, ou seja, eu devia ter ficado em casa assistindo um filme.

Desesperada, resolvi pedir logo uma garrafa 600mL de cerveja, que foi roubada de mim cinco minutos depois. Já disse isso muitas vezes, mas esse foi o pior rolê da minha vida (até agora).

O que mais me deixou desconfortável ontem à noite foi ter que levar desaforos disfarçados de perguntinhas casuais. Eu sei que ontem à noite não me perguntaram coisas como quem não quer nada. Eu sei também que eu deveria ter sido deselegante e falar umas boas verdades.

Já que não posso voltar no tempo, resolvi lavar a roupa suja aqui mesmo.

Andréia, você continua sendo uma das pessoas mais bonitas que conheço. Agora, por favor, você já foi mais simpática. Sei que não nos falamos mais, mas se você diz que faz questão que pessoas vão à sua festa, passe um pouco do seu tempo com elas. De você eu não fiquei com raiva, na verdade, mas quis dar esse toque. Grata.

Juliana, eu quero mandar você para um convento! Não pergunte tanto os detalhes de relacionamentos amorosos às pessoas. Não pergunte se um namoro de dois anos vai dar em casamento, ou algo assim. Principalmente, não insinue que, porque um casal não quer se casar, não existe afeto verdadeiro na relação. Outra coisa: não adianta ficar pagando de pessoa politizada e socialista nas redes sociais se você acha justificável alguns preconceitos. Aliás, sair do mundo corporativo para trabalhar com educação não é fracasso.

Paula, eu não gosto de você faz tempo. Você sempre foi uma pessoa maldosa, e é triste que você tenha pisado tanto em mim quando éramos amigas. Nunca precisei lhe dizer por que nos afastamos: você teve medo de mim quando comecei a me impor. Tenho pena de você sempre fazer amizade com pessoas que são mais inseguras que você. Tenho pena dessa relação de poder que você quer criar. Tenho pena por você achar que é mais esperta que todos por fazer medicina e não ter que trabalhar. Eu só não tenho pena quando você quer humilhar a todos. Odiei ver como você quer fazer todo mundo parecer hipócrita. Sim, há dez anos atrás eu devo ter reproduzido alguma opinião machista – eu felizmente não me recordo do que você afirmou com tanta certeza. Hoje eu sou uma mulher totalmente diferente da menina que eu era com doze anos. Eu acho que você deveria tomar vergonha na cara e assumir que a hipócrita naquele carro era você, que fala de ecologia, mas acha absurda a ideia de não ter carro – aliás, você tem dois carros.

Eduarda, sei que eu e você brigamos muito ao longo da nossa amizade. Temos atitudes e ideias muito diferentes. Independente de tudo isso, admiro a mulher que está se transformando. Só temo que você baixe demais a cabeça. Você não tem que deixar as pessoas tirarem sarro de você ou lhe menosprezarem. Nem tudo pode ser considerado brincadeira. Eu torço muito por seu sucesso e que você tenha cada vez mais força.

CENA #4: 7 músicas de David Bowie para escutar em suas crises existenciais!

David Bowie é um dos meus músicos favoritos. Cresci ao som de suas músicas e muitas vezes elas foram trilha-sonora de algumas das minhas crises existenciais.

As crises existenciais não vão embora tão rápido quando esperamos. Por que não ter pelo menos o que cantar então?

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Cena do filme God Help The Girl

1-) Ashes To Ashes

Nesta música, Bowie revisitou o personagem Major Tom, de sua música Space Oddity. Na música, o eu-lírico recebe notícias desta personagem. Ao mesmo tempo, ele sente o planeta “crescer” e só consegue desejar ficar chapado para suportar tudo aquilo. Ao longo da música, ele sofre para ficar “limpo” e parece se condenar por nunca ter feito coisas boas ou ruins, nem mesmo agir de maneira espontânea. Chega um ponto em que ele diz “quero descer agora”; ou seja, ele não aguenta mais sua atual situação.

 

2-) Five Years

Embora haja contexto específico para a crise, acho que a música se encaixa nessa categoria. Na canção, as pessoas recebem a notícia de que o mundo vai acabar em cinco anos. Diante de um cenário de comoção generalizada, o eu-lírico começa a perceber o quanto precisa do calor humano das pessoas ao seu redor. O seu desespero vai aumentando gradativamente até o fim da canção.

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3-) Where Are We Now?

A música descreve um homem passeando, acompanhado pelos mortos, segundo ele. Durante a canção ele se pergunta onde ele está agora. A canção pode ser interpretada também como um relacionamento no qual pessoas não se entendem mais.

 

4-) Time

Aqui temos o susto que é a passagem do tempo. A alegoria Tempo é vista como algo que se esconde em pequenos prazeres, como sexo e entorpecentes. Na metade da música, somos levados ao “desespero tedioso” que parece inevitável na passagem do tempo. Ao fim da música, o eu-lírico fala de antigos sonhos e a atual falta de esperança. O eu-lírico se mostra constantemente culpado.

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5-) Cygnet Committee

Embora a música fale de um ícone religioso e a (falta de) evolução do ser humano, pode ser facilmente levada para o lado pessoal durante uma crise. Trechos como “muito passou e pouco mudou”, “feri meu coração para amenizar sua dor e ninguém lembra disso” refletem a falta de empatia de pessoa à sua volta, além da sensação de estar preso no mesmo lugar.

 

6-) Under Pressure

Junto com a banda Queen, é óbvio que a música se encaixa ao tema. A música aborda explicitamente alguém que se sente pressionado o tempo inteiro.

 

7-) Life On Mars

Na minha opinião, essa é a melhor música de David Bowie a ser ouvida durante uma crise existencial. Nesta canção, a “garota de cabelos castanhos” começa se sentindo pressionada pelos pais e confusa em relação a um affair. O cenário muda quando ela vai ao cinema e associa sua vida à cena caótica do filme, não conseguindo ao menos se chocar. Depois, nos deparamos com decepções da vida, como as desilusões que temos ao crescer (em forma de Mickey Mouse, que cresceu e virou uma “vaca”), a luta por algum reconhecimento através do trabalho e a “sujeira” em lugares luxuosos, como Ibiza.

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Agora que tem algumas sugestões, pode chorar um pouco no canto…. Alivia a alma!

OBS #4: É difícil manter amizade.

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Arte da HQ “Ghost World”, de Daniel Clowes

 

É muito difícil manter contato com as pessoas.

Vou partir de experiências pessoais: eu já passei pelo Ensino Médio um dia. Lembro claramente do meu último ano escolar, da pressão para escolher o meu “futuro” (porque nessa fase realmente nos fazem acreditar que começaremos de fato “vida real” aos 18 anos). Preciso mencionar o vestibular?

Como se não bastassem cobranças que não precisariam ser tão estressantes quanto eram, aconteceu uma espécie de fenômeno com o “terceirão”: todo mundo resolveu se unir e promover uma festa de formatura.

Acho que não foi exclusividade da minha turma, mas aquilo tinha muita hipocrisia. Gente que até o ano anterior se odiava passou a se amar. Junto veio mais pressões desnecessárias: se dar bem com todo mundo e manter contato com todos mesmo depois de se formar.

Muita gente já se sentiu ofendida com isso, mas eu nunca fui uma pessoa fácil de manter contato. Pareço ter uma preferência por pessoas que não exigem uma frequência de notícias. Para você que ainda está na escola: não parece, mas é muito difícil manter a amizade com a maioria dos seus amigos atuais.

Nessa época eu (felizmente) não me senti comovida por esse discurso todo. Quando digo felizmente não é egoísmo, nem um jeito de me achar mais madura que as pessoas ali – eu não era e sabia disso. Talvez por eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e de pouquíssimos amigos próximos, eu já sabia que não veria a maioria daquelas pessoas depois da formatura. Pensava isso até mesmo de pessoas que gostava. Hoje tenho amizade com apenas duas pessoas com quem falava na época. Ter noção da dificuldade de manter amizades só me poupou de mais uma pressão em uma fase que eu estava cheia de crises existenciais.

Existem vários fatores que dificultam esse contato.

1-) CADA UM VAI PRO SEU LADO: Provavelmente cada um de seus amigos vai para uma universidade diferente da sua – isso se vocês tiverem isso como plano, é claro. Cada um vai cursar o curso que escolheu. Pode ser que alguns de seus amigos mudem de cidade, estado ou até mesmo país! Logo vocês vão ter que trabalhar – e as agendas raramente vão bater…

2-) VOCÊ E SEUS AMIGOS VÃO FAZER NOVAS AMIZADES: Além disso, você vai passar muito mais tempo com esses novos amigos e criar uma intimidade muito maior com eles.

3-) ÁS VEZES, PARA MANTER AMIZADE COM UMA PESSOA, VOCÊ VAI TER QUE MANTER AMIZADE COM GENTE QUE VOCÊ NÃO GOSTA: Eu sei que você tem que aturar alguém que você detesta. Todo mundo passa por isso. No caso da escola, você provavelmente não vai ser mais obrigada a aturar aquela(s) pessoa(s) chata(s) que você atura hoje. Infelizmente, ver alguém que você gosta pode implicar ver uma galera que você não suporta. Isso já aconteceu comigo. Depois que você tem alguns colegas de trabalho para aturar, sua tolerância baixa; aí sinto muito.

4-) VOCÊ E SEUS AMIGOS VÃO MUDAR MUITO: Em apenas dois anos, eu e a maioria dos meus antigos colegas éramos pessoas totalmente diferentes. Claro que tem quem seja imaturo e se esconda atrás de um discurso forever young…. Mas, acredite, você terá ideias diferentes das que tem hoje e seus amigos também. Claro que é ótimo ter um grupo com opiniões diferentes – fica a dica. Porém, ás vezes alguns valores divergem DEMAIS e ninguém é de ferro: pode sair uma briga sim.

Não culpe seus antigos amigos por não terem conseguido manter contato, e não se culpe também. É natural perder o contato com as pessoas. Isso vai acontecer com seus amigos de faculdade, com seus amigos do emprego atual…. Você não pode viver de saudade, mas pelo menos valorize o que cada pessoa que passou em sua vida deixou para você. Algumas delas foram relevantes para você ser quem é hoje.

OBS#3: Para quem está levando uma vida de DiCaprio: sua vez vai chegar!

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Esse texto vai para aquelas que não são reconhecidas por seu talento. Você está dando duro e ninguém a capaz de lhe entregar o que merece. Consequentemente, está desmotivada.

 

É difícil se esforçar e demonstrar interesse máximo no que faz para não receber o mínimo de atenção. Muitas vezes você até sente que se esforçou mais do que deveria. O pior é saber que os outros dependem do que você faz e, mesmo assim, não ser valorizada.

 

A má notícia é que você provavelmente vai se sentir assim em muitos momentos da sua vida. A boa notícia é que um dia você vai decolar e jogar isso na cara de quem não estava nem aí.

 

Não sou de fazer textos motivacionais, mas, ontem, a vitória de Leonardo DiCaprio me deixou um pouco otimista.

 

Leonardo DiCaprio é um ótimo exemplo de quem é foda e nem sempre foi valorizado. É claro que ele ganhou diversos prêmios antes, mas, mesmo depois de tantas indicações, nunca ganhava o Oscar.

 

Além disso, protagonizava alguns dos memes mais engraçados.

 

Enfim, depois de tantos papéis que exigiram grande esforço, Leonardo DiCaprio fez o impressionante Hugh Glass, em O Regresso.

 

Moral da história: segura as pontas e continue sendo cada vez mais impressionante, minha filha. No dia que você chegar no topo (e se você persistir, você vai), você vai olhar para seu caminho e perceber que, mesmo só chegando agora, você teve grandes conquistas. Problema é de quem não percebeu o quão importante você é.

CENA #3: O que esperar da nova temporada de GIRLS?

No último domingo foi ao ar o primeiro episódio da quinta temporada de GIRLS. Pensei em esperar mais alguns episódios sair, pois não gosto de ficar esperando.

Bateu o medo de spoiler e acabei assistindo o episódio no dia. Sou fã da série, mesmo reconhecendo que o roteiro tem MUITAS falhas. Algumas dessas falhas se repetiram no primeiro episódio, e acabei me decepcionando um pouco.

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ALERTA DE SPOILER

Não leia se não quiser saber o que aconteceu nas temporadas anteriores e nesse primeiro episódio. Leia depois!

                Confesso que pensei que Marnie não se casaria: no último episódio da quarta seu noivo não aparece para a apresentação que fariam. Daí ela já deveria ter considerado que ele não é alguém de confiança. Fora isso, vale lembrar que ele traiu sua antiga namorada (com a própria Marnie). Ele só resolveu assumir algo sério quando sua namorada terminou o relacionamento.

Todos percebem que Marnie está cometendo um erro. Todos, porém, ninguém pergunta a ela se tem certeza de sua decisão.

Além disso, Hannah foi julgada como egoísta por alguns internautas. Hannah chega a comentar no episódio que Marnie mal o conhece – mesmo que tenha sido para seu atual namorado.

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O que foi particularmente cansativo nesse episódio? Na minha opinião, assim como em muitos outros episódios da série, foi o foco excessivo em relacionamentos. Reconheço que não tem como escapar do tema em um episódio como Wedding Day, mas não foi apenas Marnie que refletiu sobre isso. Também tivemos que ver Adam e Jessa flertando (e se beijando) para depois sentir culpa. Já dá para perceber que isso vai ser um dos focos da temporada. Rey também estava sofrendo por amar Marnie, mas essa parte até foi perdoável. Só achei um tanto exagerado ele ficar questionando se o atual namorado de Hannah realmente quer construir algo com ela.

Vale lembrar que Jessa se casou no fim da primeira temporada e tudo se resumiu a: desastre.

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Enfim, como uma mulher de vinte e poucos anos, gostaria que a série não focasse exclusivamente em relacionamentos. Claro que a série já abordou dúvidas que as mulheres sentem no início de suas carreiras. Por exemplo, quando Hannah decide sair da GQ Magazine e quando Shoshanna decide trabalhar no Japão. Porém, comparando com o tópico “relacionamentos”, esses temas foram ofuscados.

Gostaria de ver mais conflitos familiares também. Acredito que a família de Hannah aparecerá mais, já que seu pai assumiu ser gay na última temporada.

Eu realmente espero que essa temporada foque no amadurecimento individual dessas meninas, independente de se relacionarem com um homem ou não.

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